Sem mais, dou inicio aqui a’Os Quatro Ensaios sobre o Mundo.
Os Quatro Ensaios sobre o Mundo.
Sem mais, dou inicio aqui a’Os Quatro Ensaios sobre o Mundo.
Hey little world!
Pois é, tanta mudança do lado de cá e eu sem mandar notícias pro lado de lá. Pensa bem: Orkut as moscas, Twitter é um ninho abandonado, MSN não serve pra nada, meu Flicker é cego. ‘Tá certo que eu não tenho muito tempo para isso, mesmo assim não custa provar para o mundo que eu existo.
Na verdade estou tentando fazer isto da melhor forma possível – sendo reconhecido. Tenho trabalhado para fazer o meu nome na praça e também tenho participado de concursos. Coisas que todo mundo faz. Na verdade, penso até em mudar meu ramo de atuação. Novidades, novidades, novidades. O certo é que nada muda. Tudo bem que eu tenha crescido neste um ano escrevendo aqui, mas eu continuo o mesmo garotinho que brotou aqui um dia e ficou feliz quando recebeu um elogio de alguém desconhecido.
O fato é que eu tenho andado entediado. Serviço entedia, faculdade entedia, tédio entedia. Preciso de coisas novas, preciso me renovar, nascer de novo. Mas não neste país. Não com os mesmos amigos. Preciso que seja quase tudo novo.
Sim, começar do zero. Quem sabe ir morar na serra ou perto de um lago congelado. Escolher melhor as minhas amizades, mas nem tanto. Ter inimigos mais desafiadores, que me cobrem mais. Ter mais esperança nas pessoas. Amar pessoas que amei e outras que odiei. Ir atrás dos meus sonhos, mas não desistir só porque o mundo deu as costas pra mim. Ser mais convicto no que eu quero e sim, querer o que eu quero. Não ser desleixado com as minhas vontades. Talvez não querer ser tão rico e até mesmo viver sem ter muita coisas e ainda sim se sentir bem com isso.
Me mudar por completo, virar outra pessoa. Pintar, finalmente, o cabelo de azul. Assumir que existem seriados tão legais quanto desenhos animados. Praticar mais exercícios e dedicar mais tempo a esses. Correr uma meia maratona e terminá-la, nem que em último. Aprender inglês em um curso até saber soletrar de trás pra frente “How are you?”. Aprender alemão e não desistir por achá-lo difícil.
Talvez até eu deva ser uma pessoa melhor, não sendo tão chato. Ajudar a quem precisa com mais freqüência. Ser solidário, bondoso. Quem sabe eu deva rezar mais, acreditar mais e pedir coisas a Deus com mais freqüência.
Todas as mudanças que a gente vislumbra são aquelas que acabamos não fazendo. Um dia eu pensei em ser designer, desisti pra ganhar mais dinheiro, pensei em correr uma meia maratona, mas desisti por não me achar capaz, pensei em pintar o cabelo de azul, mas desisti pra parecer mais com a multidão. Tenho um professor que diz que idéia é aquilo que esperamos que aconteça e oportunidade é aquilo pelo qual nós lutamos por. Cabe a vida decidir se ele está certo ou errado.
Até agora ele está ganhando.
Não é à volta

Sabe quando você começa a escutar uma musica e de repente a saudade bate? É a saudade. Saudade de qualquer coisa seja de um momento, de uma noite, de um beijo, qualquer coisa mesmo. Hoje aconteceu comigo.
Eu estava escutando uma musica e ela veio. Saudade. O melhor modo de saudade é quando ela aparece de surpresa, te pega despreparado, desprevenido. Chega de mansinho e quando a gente percebe, quer esquecer o presente e reviver o passado.
Hoje eu tive saudade do silêncio. Uma musica que da saudade do silêncio. Existem momentos que a gente caracteriza por um fator. Neste caso, são uma serie de momentos determinados por um fator comum: o silêncio. Não que não houvesse conversas, houvera muitas, não que não houvesse música, poucos tipos, ótimos gostos. Mas o silêncio era o mais marcante. O mais profundo, acolhedor e cúmplice silêncio imaginável.
Com certeza esses são silêncios de que me lembrarei para sempre. Numa musica, num beijo, até numa conversa, mas nunca me lembrarei destes silêncios estando em um. Há coisa que só aparecem em situações adversas.
A música? Uma qualquer. Não para mim, não para quem compartilhava o silencio comigo, mas para o resto todo. Se do que mais me recordo é o silencio, como posso compartilhar esta musica sem sons com você? Não me peça o que não pode ser feito.
Dor, sentimento aguçado

Caracteriza-se dor de maneiras diferentes dependendo do que se fala.
No esporte, no físico ou nas artimanhas, dor pode significar um bônus de coragem, um motivo a mais para continuar e fazer melhor ainda o que já esta sendo feito. A dor pode funcionar até mesmo melhor que um energético ou que a adrenalina. O sangue por sua vez tem a mesma finalidade do “Vai!” de um técnico, sendo muito usado para traçar percursos para se chegar ao objetivo.
Para a medicina, a dor é o aviso que o corpo manda quando algo esta errado. O que os médicos ainda não sabem é o que “errado” quer dizer para o nosso corpo, e nesse caso não se pode dizer muito sobre ela. Quando fazemos o que mais gostamos por muito tempo costumamos ficar cansados, um tipo leve de dor, o que não quer dizer que não gostemos.
Para os mais aflitos, dor não tem nada de físico. Perda de um amor, briga com um amigo, isto sim é o maior tipo de dor que se pode sentir. Esta dor é caracterizada por ser facilmente curada com um pedido de desculpas, um beijo ou um abraço. Porém, está é a única dor que pode matar alguém por dentro sendo tão mortal quanto à dor física.
Para os que têm objetivos, a dor pode não transparecer, sendo um modo intermediário entre a dor física e psicologia. Ter uma missão interrompida, ou pior ainda, ter de abandonar um objetivo, são coisas que não podem ser reparadas e deixam cicatrizes mais profundas e feias do que qualquer acidente. Esta dor pode ser disfarçada, mas não curada.
Talvez o sangue e as lágrimas queiram dizer algo, mas há coisa que nem atletas, nem médicos, nem mesmo os mais apaixonados sabem ainda: por que sentimos tanto prazer em ter dor quando temos tudo o que queremos se a dor é o que mais detestamos? Quem sabe o “olhar para trás” também queira dizer algo.
Relembrando

A afta ou úlcera aftosa é uma doença comum, que ocorre em cerca de 20% da população.
É caracterizada pelo aparecimento de úlceras dolorosas principalmente na mucosa bucal podendo, raramente, aparecer nas gengivas e no céu da boca. As aftas costumam ser precedidas por ardência e prurido, bem como pelo surgimento de uma área avermelhada. Nessa área desenvolve-se a úlcera, recoberta por uma membrana branco-amarelado e circundada por um halo vermelho. Essas lesões permanecem cerca de 10 dias e não deixam cicatriz; em geral, o período de maior desconforto perdura por dois ou três dias.
Pequenos traumas na mucosa, distúrbios gastrintestinais, o ciclo menstrual e o estresse emocional também podem desencadear a lesão. As aftas surgem na maioria das vezes em pessoas saudáveis, e não provocam febre nem mau hálito. Não é uma doença transmissível e não tem cura definitiva, sendo um problema que vai e volta. As feridas são limpas, pois não há nelas fungos ou bactérias que desencadearam o problema. No entanto, há um traço familiar envolvido, Filhos de pais portadores de aftas apresentam chances bem maiores de também sofrerem com aftas.
As aftas doem porque são lesões ulceradas: há exposições do tecido conjuntivo, que é rico em vasos e nervos, o que provoca dor. Além disso, o quadro pode ser agravado por infecções causadas por micro organismos do meio bucal. Não existe tratamento que seja eficaz para todos os portadores de aftas. Alguns têm uma lesão aftosa uma vez por ano; outros apresentam lesões múltiplas com grande freqüência. Quem tem propensão a aftas deve evitar consumir frutas e alimentos ácidos e, na medida do possível, combater o estresse.
Filha de família se não casa: papai e mamãe não dão nenhum tustão... ♪

Sair de casa requer três princípios básicos: 1º ter um bom motivo para fazê-lo; 2º ter um bom motivo que renda um bom capital; e 3º ter um bom motivo que renda um bom capital para pagar alguém que limpe sua casa.
Se você acha que pode conseguir essas três coisas, saia já de casa! Mas se o seu desejo de sair de casa é só se livrar dos “pitis” da sua mãe ou dos sermões do seu pai, não saia de casa. Afinal, você ainda vai precisar de alguém para visitar.
Sair de casa é uma sensação única. É liberdade e responsabilidade. É o que determina como sua vida vai ser daqui a vinte anos. Porque se você se dá bem saindo de casa aos dezoito, aos trinta e oito você vai estar rico.
Por incrível que pareça, existem muitos jovens reprimidos dentro de casa que, por falta de apoio familiar, não seguem em frente, não realizam seus sonhos para o futuro, esses, possivelmente, serão os fracassados de amanhã.
Pensar no futuro, correr atrás do sonho ou querer melhorar não é rebeldia, pelo contrário, é sinal de amadurecimento e responsabilidade.